Bermuda 70's Longboard Veludo Cotelê
Bermuda 70's Longboard Veludo Cotelê
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Manufatura: Importada
Envio Internacional - Importado sob demanda
Costa da Califórnia, começo dos anos 70. Não existia roupa de surf. Quem passava o dia na água vestia o que tinha, e o que tinha era short de algodão pesado. O veludo cotelê virou o uniforme não oficial daquela geração por um motivo prático: era o tecido que aguentava sentar na prancha, secava no sol e ainda servia para entrar em qualquer lugar depois.

Repare no short do rapaz à esquerda: veludo cotelê, corte solto, bolso fundo, cós com prega. É isso que se vestia antes de existir neoprene, e é exatamente daí que esta bermuda vem.
Longboard, naquela época, era prancha de mais de nove pés, pesada, sem leash. Você não caía de qualquer jeito: descia a onda de pé e caminhava até o bico. Era um surf de tempo mais lento, e a roupa acompanhava esse ritmo.

Onda grande, prancha longa, nenhum equipamento além do corpo. A estética que a peça carrega vem daqui, e não de estampa com palmeira.
O tecido que sustenta a história
O tecido é 100% algodão, cotelê de 14 caneluras e 320 g/m². Isso quer dizer canaleta larga e corpo de verdade, não aquele cotelê fininho que amassa no primeiro uso. O algodão vem pré-lavado, então não encolhe depois da primeira máquina.

As 14 caneluras de perto, nas três cores. Cotelê largo clareia nas pontas com o uso e vai ganhando a marca de quem veste.
A cintura resolve o problema de todo short de tecido rígido: a frente tem zíper IDEAL e fechamento firme, e as costas têm elástico embutido. Você ganha a estrutura de uma peça de alfaiataria na frente e a liberdade de uma peça de praia atrás.

O elástico fica só nas costas, escondido no cavalo do cós. De frente ninguém percebe, sentado você agradece.
Os bolsos são aplicados, costurados por cima do tecido como nos uniformes de trabalho, na frente e atrás. Cabe carteira, chave e celular sem deformar a barra. A costura leva linha de núcleo fiado, que é o que segura bolso carregado por anos.

Bolso chapado, boca reforçada e fundo largo. É o mesmo desenho que o workwear usa há um século, aqui numa peça de calor.
Três cores terrosas de baixa saturação: Camelo, Café e Verde Escuro. Vai com camiseta lisa, com camisa aberta ou com uma jaqueta por cima quando o vento vira. Corte solto, comprimento acima do joelho, do jeito que era.
Tabela de tamanhos (padrão BR)
A tabela abaixo já está em numeração brasileira, convertida pela medida real de cintura informada pelo fabricante. Meça a sua cintura e escolha pela linha. O cós elástico atrás dá alguns centímetros de tolerância.
| Tam. BR | Numeração | Cintura (cm) | Cintura (pol.) | Etiqueta |
|---|---|---|---|---|
| PP | 36 a 38 | 74 a 79 | 29 a 31 | S |
| P | 38 a 40 | 79 a 84 | 31 a 33 | M |
| M | 40 a 42 | 84 a 89 | 33 a 35 | L |
| G | 42 a 44 | 89 a 94 | 35 a 37 | XL |
| GG | 44 a 46 | 94 a 99 | 37 a 39 | XXL |
Ficha técnica
| Material | 100% algodão, veludo cotelê de 14 caneluras |
| Gramatura | 320 g/m² |
| Acabamento | Pré-lavado, não encolhe |
| Cós | Elástico embutido atrás, fechamento firme na frente |
| Fechamento | Zíper IDEAL |
| Bolsos | Aplicados, na frente e atrás |
| Caimento | Solto, comprimento acima do joelho |
| Referência | Surf californiano dos anos 70 |
| Cores | Camelo, Café, Verde Escuro |
Conservação
- Lave com sabão neutro, em água fria
- Não use alvejante
- Seque à sombra
- Se precisar passar, use temperatura média e do avesso, para não achatar as caneluras
Imagens históricas meramente ilustrativas, usadas como referência de época.
